quinta-feira, setembro 29, 2005

Fromar Tura

Pouca gente sabe disso, mas o nome Formatura é derivado de um antigo faraó Egípcio chamado Fromar Tura. Além de governante da região próxima ao Nilo, Tura também foi um sábio entre seu povo. Ele montou a primeira instituição de ensino egípcia e sonhava com toda a sua nação educada. Alguns o consideravam impertinente com aquela insistência pela educação.

Na época de Fromar Tura, havia uma pequena casta de sacerdotes que preferia um povo ignorante. Para impedir que o sonho de Tura se realizasse, assassinaram-no no dia da inauguração da instituição de ensino, que deveria ser transformada em uma prisão. Para impedir que Fromar fizesse uma viagem tranqüila à terra dos mortos, os sacerdotes cremaram seu corpo.

No entanto, os filhos de Tura e uma dissidência dos sacerdotes conduziu a insituição do jeito sonhado pelo grande faraó. Em homenagem a ele, decidiram batizar o dia da conclusão do ensino com o nome do idealizador de tudo. A partir de então, sempre que havia conclusão de um curso, dizia-se que Fromar Tura estaria lá para abençoar os bem sucedidos.

Claro que depois vieram os ocidentais e transformaram Fromar Tura em formatura. Até hoje pensam que formatura deriva do verbo formar, mas o verdadeiro é o oposto.

No próximo sábado, 1 de outubro, será minha vez de agradecer a Fromar Tura. Parabéns para mim. E obrigado, grande faraó.

quarta-feira, setembro 28, 2005

Comportamento é...

Comportamento é olhar a beleza de uma mulher, mas enxergar apenas a capacidade de seus movimentos.

É ver um sorriso sem dentes e não perguntar por que ele transmite alegria.

É saber que mãos escrevem.

Mais "Comportamento é..."

segunda-feira, setembro 26, 2005

Mais coisas sobre isso

O negócio me incomoda tanto, que preciso escrever mais sobre isso. (isso o que? calma que eu chego lá)

Vamos supor que eu esteja em um furacão de criatividade. Apanho algumas madeiras e muitos pregos e construo ALGO altamente original. A construção sou eu, de muitas maneiras. Construindo-a, espantei pensamentos ruins, ou traduzi para formas concretas todo o mundo abstrato que soprava o furacão na minha mente. Batizo a construção de "estaca de domingo" e exponho a todos.

Dois conjunto de universitários vêm para a exposição. O primeiro grupo está fazendo um passeio estranho ao comum. Não costumam discutir arte, nem ver arte, nem mesmo sabem exatamente o que é arte. Eles chegam até o local onde reluz minha "estaca de domingo". Um olha para o outro, sentindo-se desafiados por aquela obra. "Deve haver um sentido nisso", pensam. As formas não seguem um padrão, não parecem confluir para algum lugar específico. "Mas deve haver algum sentido nisso". Sentam-se no banco, e repousam confortáveis do cansaço.

O segundo grupo está em um passeio comum. Seus membros costumam visitar exposições. Ao se depararem com a "estaca de domingo", deliciam-se. Discutem acalarodamente sobre o conceito da obra. Comentam sobre as formas impressionantes, as cores. Até percebem que a obra foi posta pensadamente em relação à luz. É magnífica. É cheia de significado. É... é... é O QUE ELES PENSAM QUE É.

O que revela a "estaca de domingo"? Aponta uma nova via estética para as artes plásticas? Demonstra a forma do pensamento contemporâneo? É uma representação da condição humana? Qual a essência que a torna mais admirada do que um trabalho de marceneiro como o do banco onde descansa o primeiro grupo? É sua originalidade? É sua capacidade de sintetizar as emoções humanas?

O quão desafiante é a obra? Quanto faz com que as pessoas percebam o mundo de maneira diferente, entendendo o outro, entendendo a si mesmos, aumentando seu universo de perspectivas? Quanto de realidade pode ser reavaliada? Quantas emoções, quantas idéias a "estaca de domingo" provoca?

O banco onde repousa o primeiro grupo pode fazer a mesma coisa? A "estaca de domingo" é só para quem sabe FALAR sobre arte? O que significa "FALAR" sobre arte? Quem define o que é a obra, seu autor, os críticos ou os visitantes da exposição? A obra deve ser de algum modo funcional ou deve apenas existir?

Finalmente, existe alguma maneira de moldar a "estaca de domingo" de forma que ela possa atingir um maior número de pessoas? Alguém acha válido fazê-lo?

Eu acho.

A condição e a sabedoria

O Bloom falou que sabedoria é aceitar a condição humana. Ele é um crítico literário de quem só ouvi falar. Chega de Bloom, o resto sou eu.

Por exemplo, você já percebeu que a vida não tem sentido quando você pergunta se ela faz? Melhor passar sem fazer a pergunta, ou se fizer, aceitar que a resposta não agrada.

Condição humana é sofrer e ser feliz de acordo com as situações. A felicidade eterna é histórinha para boi dormir. Ou vai dizer que você acredita que pode sorrir sempre?

Você tem que aceitar a ansiedade, o frio na barriga e o fato de estar em um universo no qual você é tão infinitamente pequeno quanto ele é infinitamente grande.

Que mais? Ah, você não pode reverter o tempo, nem pode escapar da morte. Tem uma coisa que talvez cause certo impacto, ainda mais no mundo estético de hoje... você também não pode mudar de corpo.

Parece pessimista, mas não é. Humano é o que você é. Humano é o que você deve ser. Claro que é permitido se tornar uma pessoa melhor. Um bom começo é aceitando que você é humano.

Não se pode esquecer que ser humano é parar com todos os questionamentos e preocupações quando se está com outro ser humano.

sábado, setembro 24, 2005

Quantal moral em um parágrafo

Vou escrever um texto cheio de moral. Mas não vou dar nada de mão beijada. Vou colocar as lições de moral de forma metafórica, e vocês devem encontrá-las. Considerem essas lições como presentes humildes que lhes dou (hehehehe). Vou narrar como se eu fosse um narrador de tênis. Sim, o esporte tênis. Mas narrando outra situação. Não liguem para a emoção brotando das palavras. Foquem na moral.

ele saiu. sem vírgulas. só pontos finais. trancou o portão. caminhou pela rua. um carro passou ao seu lado. um sorriso se perdeu na esquina. ele atravessou para o outro lado. chegou ao ponto de ônibus. sentou-se ao lado de uma senhora. passaram os bombeiros. passou um ciclista. parou um ônibus. tirou do bolso o dinheiro. venceu a catraca. sentou ao lado de um garoto. o garoto lia história. pedro cabral descobriu o brasil. ouviu barulho de carros batendo. a mulher xingava o homem. o homem sugeria que ela tirasse carteira. um segundo homem acusava o primeiro de estar errado. o ônibus não esperou. andou pela cidade. ele desceu. andou até a loja. sem vírgulas. só pontos finais. ele entrou.

Pronto. Agora releiam com atenção. Quantas lições de moral vocês conseguem tirar desse fabuloso texto? Existem, por baixo, dez mil lições de moral no parágrafo. É moral para todos os gostos. Aproveite e leve uma para casa. Não se espante se o seu colega aprender uma lição oposta à sua. Isso é comum e bonitinho. Está na moda.

Depois vocês me agradecem. Vamos combinar que estão me devendo, ok?

quinta-feira, setembro 22, 2005

Saudade

Saudade de tanta coisa. De uma mais que todas.

Antes eram poucos os que moravam longe. Agora é a maioria. A grande maioria está extremamente longe. Acenam por meio de palavras em máquinas de se comunicar. Sem abraços, sem beijos, sem sinceros apertos de mão.

Não é saudade apenas das pessoas. É de andar ao lado do mar. De sentar para tomar um vinho, pertinho, pertinho. Dá saudade de ter saudade em mesas de bar que lembram um passado ainda mais distante.

Desejar e não poder tocar. Isto é saudade, seja a centímetros ou quilômetros.

Saudade de tanta coisa. De uma mais que todas.

Um amigo acabou de me dizer uma coisa sábia. Uma daquelas frases boas, que dizem bastante coisa. Foi algo do tipo:

É preciso ser como as pessoas que entendem que uma realidade diferente é criada por cada um de nós. Isso torna qualquer um mais compreensivo, tolerante e mais capaz de viver bem mesmo no aparente caos que cerca a todos.

Alguma literatura

Eu gosto muito de literatura. Quero escrever uma infinidade de livros de contos e romances. Mas literatura é um problema...

Acredito que os livros de literatura são mais adequados para transmitirem alguns tipos de conhecimento do que o são os livros científicos. Simplesmente porque a linguagem da literatura se aproxima e até supera a linguagem que utilizamos no dia-a-dia para entender a realidade. A literatura nos entrega textos síntese, em que cada palavra pode se desdobrar em um milhão de possibilidades e significados. É mais fácil, por exemplo, transmitir como um sentimento é desenvolvido por meio de textos literártios. A linguagem da ciência, por outro lado, pretende transmitir um e somento um significado.

A literatura se torna um problema quando os significados dos textos fica muito escondido. Alguns admiram isso e dizem que o maravilhoso da arte é essa capacidade de transmitir um milhão de possibilidades. Eu penso que quando o significado fica escondido é porque o autor tem sérios problemas. Deveria procurar um psiquiatra, tomar um remédio e tentar escrever de novo.

É melhor colocar assim: seria bom colocar algum limite na distorção da realidade. A linguagem serve principalmente para transmitir informações. Se isso não for alcançado, então um outro nome deveria ser dado ao amontoado de palavras. Não estou defendendo uma literatura parecida com ciência. De jeito nenhum! Ciência é chata. Eu gosto porque sou chato. A interpretação idiossincrátiva da literatura deve continuar! O que estou dizendo é que a interpretação deve ser possível.

Também há a literatura pela beleza das palavras, em que o significado é deliberadamente deixado a escanteio e a forma é elevada à condição máxima. Isso é compreensível. A estética é importante à literatura, acho até que é fundamental a ela. Mas a literatura que apenas pretende a forma não deve estar em romances.

Uma realidade nova a ser apresentada, ou uma interpretação incomum da realidade precisam ser compreendidas em algum grau. Defendo a expulsão dos textos incompreensíveis que só prestam ao autor. Eu prometo que minha literatura será passível de entendimento. E prometo que quando eu distorcer a realidade violentamente, vou fazer de forma que ainda se possa entendê-la. Se algum dia eu violar esse princípio, avisem-me.

E vocês, o que acham da literatura incompreensível?

terça-feira, setembro 20, 2005

As pessoas do ônibus.

Toda vez que vou para a USP, gasto 2:30h para chegar ao destino. Normalmente fico lá em torno de umas 4 h. Depois, mais 2:30h para voltar. É um pouco irritante. Percebi que o melhor a fazer é me educar durante o transporte, já que passo mais tempo fazendo isso do que estando na universidade.

Eu mal entro no ônibus já desenho um mapa mental de "de onde vêm" e "para onde vão" as pessoas todas que silenciosamente dividem comigo o tempo da ida e da vinda.

Hoje inventei o seu Lúcio. Homem trabalhador, seu Lúcio sai de casa às 5:47h da manhã e pega o ônibus para chegar ao serviço de vendedor em uma loja de móveis. Vende bem. Estão considerando seu nome para a gerência, mas seu Lúcio nem desconfia disso.

Ao lado dele está Irene. Ela está indo visitar a mãe no hospital. Nada grave, graças a Deus. Uma cirurgia simples e sem complicações.

No banco de trás está Consolação. Um filho no colo e mais três no chão. Ela dribla com desenvoltura qualquer multidão. Parou de estudar quando nasceu o filhão. Desce do ônibus e vai para a estação. Pega o metrô com o filho na mão. Ah, se tivesse mais informação! Inteligente ela é, preste atenção: Caminhe como ela sem desatenção; é preciso ter manhã, ir sem confusão. Ah, se tivesse mais informação... Onde estaria Dona Consolação?

De pé, olhando quase criminosamente, inventando vidas para as expressões efêmeras, um rapaz vai para a USP tentando se colocar em alguma parte entre passar pela catraca e arrancá-las todas. Em algum lugar entre sua imaginação e o que ocorre de fato entre tudo que é visto.

Muitos lêem. O tempo passa mais rápido na página de um livro.

segunda-feira, setembro 19, 2005

Comportamento é...

Comportamento é olhar-se no espelho e não entender como aqueles olhos podem ver.

É ver fotos de grandes Cientistas e Literatos e não compreender como aquelas faces tão comuns puderam ser tão geniais.

É ouvir aquela voz tão linda sair de uma boca ordinária.

domingo, setembro 18, 2005

Um post sem título.

Não é nobre nem pobre. Não é salgado nem doce.

Um post sem título, para testar.

Depois de um tempo

Vou fazer uma das coisas que mais odeio, pois não tenho alternativa, por enquanto. Essa coisa é escrever um texto que fala sobre a impossibilidade de usar as palavras para dizer o que se pretende. Sabe aquela coisa de "eu gostaria de poder falar que... e...". Raramente fica bom, mas há exceções.

O caso é que eu gostaria de escrever, o que vou expor, de forma artística, para que pudesse despertar ao menos um pouco de empatia ao sentimento que a idéia conduz. Ainda não consegui. Então, vou colocar em poucas e nada explicativas palavras:


Depois de um tempo escrevendo para o público, e lendo todo o tipo de obra literária, duas perguntas se instalaram na minha cabeça. A primeira é: por que é tão bom escrever e ser lido? A segunda é: qual a validade de escrever e ser lido? Ambas se multiplicam em diversas outras perguntas, uma das quais: é universal o desejo de colocar em palavras idéias e acontecimentos?

Não falo apenas de palavras escritas. Quem não gosta de contar aos amigos o que aconteceu? É como se contar fizesse da coisa algo real. Mas é o contrário, as palavras tentam imitar o real e nunca conseguem com exatidão.

Escrever sobre si mesmo é atribuir-se exagerada auto-importância. Sendo seis bilhões de pessoas, o que faz de você alguém mais interessante de se ler do que outro? Imagine se cada pessoa do mundo escrevesse uma auto-biografia... É melhor nem pensar nessa chatice.

Enquanto não respondo as perguntas, vou escrevendo. Porque de uma coisa eu tenho certeza: eu realmente tenho vontade de escrever, mesmo depois de tanto tempo.

sexta-feira, setembro 16, 2005

Floripa, em breve

Daqui a duas semanas vou para Florianópolis. Coisa boa, né? Pela primeira vez em quatro anos e meio não vou para lá para voltar para casa. Vou ser visitante, ficar pouco tempo, ir embora correndo, aquela coisa toda.

Tem umas cem mil pessoas com quem eu quero sentar e conversar. Eu já fiz as contas e não vai dar tempo. Chego por lá em uma sexta à noite (30/09) e vou embora na quarta (05/10). Vou conseguir ver um monte de gente, mas não todo mundo.

Ei, prestem atenção, chego na sexta à noite. Então, topo de cara alguma baladinha leve. Qualquer coisa relacionada a não pagar entrada, poder beber cerveja e contar causos. Combinado.


Semana produtiva, com perspectivas de consolidação de um projeto de mestrado envolvendo comportamento verbal em sua relação com o comportamento não-verbal. Ou vice-versa. Despiois, não seis.

segunda-feira, setembro 12, 2005

Bom dia, semana

Bom dia, sol. Bom dia, céu. Bom dia, chão. Bom dia, janelas. Bom dia, nuvens. Bom dia, semana.

Viram que otimismo!? Contagiante, não?

Foi um fim de semana divertido, depois do qual surge aquela segunda-feira que lembra as horribilidades da semana. Como sempre, vou sentar na cadeira branca e ler como quem perderia a vida se não lesse. Acho que isso vai continuar por toda a minha vida.

Às vezes tenho vontade de realizar um trabalho braçal. Sem precisar pensar, apenas apertar parafusos, como Chaplin. Daí eu ia ficar feliz, com meu salário mínimo e zero de pensamento.

Mas ter um pouco de conhecimento é uma droga! Literalmente um vício, que faz querer sempre mais. E lá vou eu para a cadeira branca tentar entender 1% de tudo. Que ousadia querer entender tudo isso! Entender 1% de tudo deve levar umas três vidas e meia. Já vivi 1/4 de uma vida, considerando que chegarei aos 100. Preciso, então, apenas de três vidas e 1/4...

Até que estou avançando...

quarta-feira, setembro 07, 2005

De volta aos gramados!

Depois de mais de um mês ausente, ontém fiz minha reestréia nos gramados paulistas. Concluí o que todo mundo já sabe: futebol é a linguagem masculina universal. Eu não conhecia ninguém, exceto meu irmão, mas eu tinha uma bola e cada de quem queria jogar. Isso é mais do que sificiente, pois eu nem precisava de bola.

Não foi meu melhor dia de jogo... perdi um gol feito. Mas compensei. Fiz os três primeiros gols do time, dei passes fundamentais para os dois gols seguintes. Depois fui para a defesa, onde minha atuação não me agradou. No fim do jogo, quando tive que ir embora, estava 7 a 7. Um resultado justo para uma reestréia.

Como eu gosto de jogar futebol! Tá louco!

sábado, setembro 03, 2005

No money

É foda não ter dinheiro. E olha que eu tenho comida! Imagine não ter nenhum dos dois!

Dentro da minha realidade de pessoa pelo menos alimentada, não ter dinheiro continua foda. Só saio para ir estudar e jogar RPG (porque é grátis). Dinheiro para ir estudar, tenho que pedir. É foda!

Se for convidar uma gata para sair, tem que ser para andar pela Paulista. Só. Porque entrar em algum lugar, não rola.

Estou enredado em um monte de pré-conceitos, além falta de vontade e idéias. Não sei como ganhar dinheiro. Nunca aprendi.

Fazia tempo que eu não reclamava! Mas enfim, às vezes é preciso.

Eu ainda não sei o que fazer. Isso me preocupa pouco, por incrível que pareça. Sei que eu preciso esperar um tempo e descobrir algumas coisas antes de atacar. Por isso não me desespero. Mas que é foda pensar nisso tudo, é foda!

quinta-feira, setembro 01, 2005

Coisas desconexas

Hoje de manhã o repórter resumiu a situação do desemprego no Brasil com uma frase genial, talvez até sem pensar:
"Pessoas fazem fila para tentar a sorte grande de conseguir um emprego".
Ou seja, esqueça tudo o que você sabe. Ganhe na loto: consiga um emprego.

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Hoje o Corinthians faz 95 anos. Mas o melhor mesmo foi ouvir de um palmeirense que não há como não respeitar o time.
hahahaha Loser!
Quando o Palmeiras fizer 95 anos, eu vou dizer "esse defunto já tá fedendo há tanto tempo?"

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Eu pego metrô em uma estação inicial e vejo o trem se encher gradualmente até o fim da picada. É suportável, por ser gradual. Mas hoje tive uma experiência atípica:
Peguei o metrô em uma estação inicial que fica colada com uma estação central. Só então compreendi o desespero de ser arrancado do sossego de estar acomodado em um banco do trem por uma manada de pessoas. Elas bufam e empurram. É emocionante, devo dizer.

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Parece que existe algum núcleo gravitacional passeando por sampa esse mês. Várias pessoas de Floripa me disseram estar vindo para cá. Ótimo, eu digo! Venham quantas quiserem!