terça-feira, março 01, 2005

prelúdio das histórias impunes

Tomados de fúria discreta, atiraram pedaços de papel aleatoriamente amassados na cara do professor. Cada papel tinha uma história pessoal escrita em letras minúsculas; histórias que envolviam injustiças e o professor; histórias que nunca seriam lidas por causa da impaciência do alvo das bolas de papel. O professor encarou o ato dos alunos como uma brincadeira, pois há alguns minutos atrás havia pedido a todos que fizessem algo surpreendente. Surpreendeu-se ao falar isso e se surpreendeu com o ato dos alunos. Ele sinceramente esperava algo mais artístico. Após isso, a aula de teatro seguiu radiante; alunos de catarse feita e professor com pulga atrás da orelha..

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Ronaldo não queria tomar aquele copo a mais de tequila. Mas os amigos eram tão amigos e os pedidos eram tão amigos, que virou não mais um, mas mais três. O problema era dinheiro, claro, sempre era. Foi bancado pelos amigos e posteriormente levado para tomar glicose. Todos acordaram refeitos para sempre até a próxima noite.

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Era uma vez um gato que pulava de telhado em telhado. Alguns diziam que era um leão. O gato, descobriram mais tarde, chamava-se leão porque havia devorado um. Claro que ninguém entendeu isso ao pé da letra, pois um gato não pode devorar um leão inteiro. Resolveram rebatizar o gato e lhe deram o nome de gato. A partir daí o gato pôde pular de telhado em telhado em paz.

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Depois do casamento de sua prima, Pancinha comeu um belo prato de feijoada.

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