segunda-feira, março 14, 2005

pópó mómó

Pós-modernismo é foda. Este termo foi tão lido, ouvido, assistido por mim nos últimos tempos que minha cabeça se desfragmentou, ou seja, tornou-se uma só unidade que grita dúvida.

O pópó mómó, nome carinhoso ao pós-modernismo, é tudo que você vê hoje, com exceção daquilo que se vê. Porque tudo é igualmente inválido na sua tênue validez condicionada. E o que é agora não é mais o que era e pronto.

Se fosse possível, neste momento passaria um filme sobre uma estátua cantando uma música. Ela vestiria chapéu de cowboy e roupas gregas. A voz seria heavy, mas a música lembraria a dos aborígenes. Depois isso seria reproduzido infinitamente e vendido com um rótulo chamativo a um preço que não tem sentido.

Pópó mómó é abrangente demais em sua desmensuração.

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