segunda-feira, outubro 31, 2005

dois ETERNOS

Há algum tempo atrás eu concluí que existem duas modalidades de coisas que são para sempre. Exato: dois ETERNOS.

Um deles é pura imaginação. É aquele que seria o eterno de verdade, aquilo que estaria para sempre no universo, ou até aquilo que existia e continuaria existindo após o fim do universo. Esse eterno provavelmente não existe, é algum tipo de ficção para fazer as crianças irem para a cama cedo.

O outro eterno é o eterno em relação ao indivíduo. Funciona simples assim: tudo que continuar existindo depois da minha morte é eterno para mim. É uma perspectiva interessante, que torna meu próprio corpo eterno. Ele existirá algum tempo além do que-sejá-lá-o-que-é-a-vida me deixar.


Os Eternos

Muita gente, então, é eterna para mim. Gostaria de saber que assim o são todos os que amo em qualquer gradação de amor. Repousaria suave tendo certeza disso.


Falando um pouco da morte

Ontem, com a cabeça encostada no banco do ônibus, eu via a estrada, e parecia que era ela a passar por mim. E pensei na morte. Na coisa de fechar os olhos para nunca mais abrir, naquilo que, para mim, não é um estado e, portanto, não suscita arrependimento nem idéias para cumprir.

Olhando a estrada, fingi que eu não existia e tentei imaginar o mundo. Foi impossível. Eu estava presente em cada percepção. Eu existia em cada pensamento, pois o meu pensamento jamais deixaria a si mesmo de lado. Ele me quer vivo.


Minha eternidade?

Uma das maiores dúvidas que tenho é se vale ou não vale a pena deixar um legado no meu nome. É uma discussão para além da produção. A produção é válida: construir algo decente é, no mínimo dos mínimos, mostrar empatia. Minha dúvida é se vale a pena estampar o nome em alguma produção, especialmente uma que fale sobre o modo como o mundo é para mim.

A pergunta que me faço é: dos seis bilhões de pessoas, poderia uma, além de mim, estar verdadeiramente interessada no que tenho a dizer sobre a existência? Tantos já fizeram isso, tantos pensam que seu pensamento é melhor do que o dos outros. Quantos poderiam aprender algo comigo? E, principalmente, o que meu nome, ou eu-em-si, significo para esse mundo enorme?

Não encontro respostas, as que meu egocentrismo natural me fornecem não são suficientes.

Talvez eu queria apenas ser eterno para outras pessoas. E ser, de alguma forma, eterno para mim mesmo.

domingo, outubro 30, 2005

Home again

Estou de volta. Para minha surpresa, o clima aqui está idêntico ao de Curitiba. Ou seja, está chovendo. Deixe eu contar o resto da minha estada em Curitiba.

Choveu bastante, e dentro da chuva houve pancadas de mais ou menos chuva. Mas o clima não atrapalhou a diversão.

Encontramos nossos amigos de congresso (aqueles que só vemos em congressos). Um dele é um carioca, professor e doutor. Figuraça-aça-aça. Além das piadas, ele nos pagou um rodízio de carnes em uma churrascaria show! Eu sou um paulistano que gosta de cariocas!

Economizamos bastante na comida, e assim conseguimos investir nas festas. A festa do congresso foi um lixo, mas no dia seguinte fomos à desforra. Conhecemos o Batel, o bairro da festa e jantamos na mesma pizzaria em que jantavam Jair Rodrigues e sua absurdamente linda filha Luciana.

Foi bom rever os amigos de Floripa e os amigos do congresso. Aproveitei para me fazer conhecer por alguns professores da USP e, dessa forma, já conheço, pelo menos de nome, toda a cúpula da SBP. Se eles precisarem de ajuda com qualquer coisa, podem contar comigo.

Então é isso. Vou ficar aqui curtindo uma chuva.

sexta-feira, outubro 28, 2005

Falando de Curitiba

Estou no meio de um congresso, matando palestra.

Este é um diário de chuva.

Quarta-feira chovia quando eu chegava. Choveu durante a noite, enquanto eu me preparava para dormir.

Ontem choveu de manhã. Não choveu na hora do almoço. Choveu na janta. Chovia enquanto eu bebia cerveja no boteco 3 aula.

Hoje não choveu de manhã. Choveu no almoço. Está chovendo agora, enquanto escapo das palestras.


Agora chega de chuva

Existem muitas pessoas divertidas nesse congresso. Entre uma atividade bacana e outra, rio alucinadamente durante alucinantes minutos.

O local do congresso, a PUC-PR, tem um dos melhores campus que já vi. E o melhor: nenhum professor muito conhecido. Anotação: tentar dar aula na PUC-PR. Esta é uma universidade que oferece almoço por R$3,00, tem data show na maioria das salas, e locais agradáveis e limpos. Anotação: e deve pagar relativamente bem; além de ser em Curitiba.


Mais chuva

Todos os dias da minha vida em que estive em Curitiba, choveu. As pessoas juram que normalmente não é assim, mas elas não têm argumento contra minha experiência de 100% de chuva.

Preciso ir para a chuva agora, provavelmente vamos andar pelo centro da cidade. Sim, pessoal, debaixo de chuva.

terça-feira, outubro 25, 2005

E amanhã...

Amanhã tem Curitiba?
Tem, sim, senhor!
Tem congresso de Psicologia?
Tem, sim, senhor!
Tem cerveja e mulher bonita?
Tem, sim, senhor!
Então, vamos logo, ora!

Cadê o amor?

Cadê o amor?
Sério, cadê?
Eu acho que esqueci no bolso esquerdo de alguma camisa...
Lavado e perdido?
Derrete, será?

Cadê o amor?
Eu nem me lembro como era.
Acho que fiz questão de esquecer.
Talvez minha pergunta esteja sendo irônica
E eu não acredite mais que existe amor.

Cadê o amor?
Sério, cadê?

sábado, outubro 22, 2005

ARS ET SCIENTIA

ARS ET SCIENTIA

Arte e ciência. Sempre gostei da máxima da UFSC, apesar de ela ser falsa. Na UFSC só tem ciência. A arte, quando há, fica escondida debaixo da pilha científica.

Eu gosto de ambas, tanto da arte quanto da ciência. E quero escrever para os dois times. Desejo, sobretudo, uni-las em uma casamento nada monótono.

Por gostar de escrever, tento representar apenas a arte escrita. Visualmente e auditivamente eu deixo a desejar, então é melhor mesmo que eu coloque as mãos na caneta do que na viola, nos pincéis ou na argila.

Infelizmente, sou obrigado a confessar que me dou melhor com a escrita científica do que com a artística. Deficiência promovida graças à Psicologia. A vida inteira estudei ciência e nada de arte. Minhas leituras em arte vieram sempre contra a ciência, no sentido de que preferia fazer um relatório mediano para passar boas horas lendo literatura. Nada formal no estudo da literatura. Uma pena. Por outro lado, fico me perguntando se estudos formais ajudariam realmente...


EXPERTÁRCURLOR

Acaba com o expetáculo. Quando vou escrever artisticamente, começo com as manias científicas. Minhas descrições parecem açucaradas demais, então as mudo e elas ficam secas demais. Cadê o bendito meio termo fenomenal?

Lá vou escrever ciência. Acho ridículo o modo impessoal, mesmo que ele seja necessário. É sempre uma pessoa que escreve, é preciso lembrar. Eu não sou um computador, sou uma pessoa de carne, osso e conceitos! A ciência não me liberta. Eis o que quero na hora de escrever: transmitir da forma mais eficiente, e do modo mais belo possível.

Ao invés de ajudar, parece que sou atrapalhado pelo meu gosto pelos dois conhecimentos. O resultado é que pouco acaba me agradando. Eu sinceramente odeio discursos muito simbólicos na literatura, e sinceramente não suporto relatos nada graciosos na ciência. Cadê o bendito meio termo fenomenal?


O QUE SE FALA

A ciência e arte podem falar da mesma coisa. Seria uma briga. A ciência usaria tantas palavras quanto necessárias para proibir o leitor de fazer uma imagem diferente da vista pelo cientista. A ciência é a linguagem da persuação, por contrário que se fale. "Preciso convencer o meu leitor de que o modo como eu vi a coisa é o modo correto. Imagina se ele ler e ver diferente?! Não, isso é falha!"

A arte, por outro lado, descreve quase uma impressão, ainda que ela tenha enganado os sentidos. E o autor acharia ótimo se os leitores imaginassem coisas diferentes da que ele viu. A verdade do fenômeno está nos olhos de quem vê. Não importa o número de palavras. Um livro pode descrever uma rosa, ou uma palavra: a rosa perfeita. O que é perfeição? Não importa, caríssimo.

A arte dura mais porque permite mais. Ela não é necessariamente imortal, apesar do consenso sobre algumas obras. Ainda que perecível, ela é muito mais duradoura do que a ciência. A interpretação se acomoda aos homens, e a arte mais bela fala de fundamentos humanos que atravessam os tempos. Arte arte arte!

A impressão da arte sobrevive muito mais do que a proibição interpretativa da ciência. E aí entramos no ponto fundamental da ciência.

Toda boa ciência deve ser invariavelmente negada. A ciência, mais do que ninguém, sabe que a verdade é mutável, que o mundo é mutável e que as teorias são lixo passageiro. "Não se apegue à sua idéia" é a ordem que seguem os bons cientistas. Se o cientista defender demais sua idéia, se ele negar quem destrói sua descoberta, ele é um péssimo profissional. Um bom cientista é sempre um trampolin.

Quanto à questão da proibição da interpretação, isso é mais do que justificável. As palavras devem servir ao consenso, por mais difícil que isso seja. Os críticos que afirmam que a interpretação é imperecível, estão certos, mas quando dizem que isso invalida a ciênca, estão muito errados. Longe de ser perfeita, a ciência ainda é o meio de conhecimento mais efetivo por excelência, e duvidem de quem fala o contrário. A proibição da interpretação tem regras muito claras e necessárias. A persuasão científica, como dito, é efêmera. Não se pode ser mais sincero do que um cientista: ele escreve para ser chamado de mentiroso, mas vive satisfeito, pois sua mentira abre um milhão de possibilidades de desenvolvimento. E os desenvolvimentos são tanto melhores quanto mais criativos.


FAZER

Cadê o bendito meio termo fenomenal?

Ajudem, queridos leitores e leitoras. Vocês são jornalistas, psicólogos, alguns com almas de artista outros como almas de cientista. O que vocês acham? Apenas dessa vez, vamos abrir uma boa discussão. O que eu esqueci? Quais os pontos de ligação que não citei?

quinta-feira, outubro 20, 2005

Curitiba na semana que vem

Semana que vem eu vou para Curitiba. Agora, deixem-me falar algumas palavras sobre aquela cidade.

Eu não a conheço.

Já estive nela, andei por algumas ruas, conheci um ou dois "pontos turísticos". Mas não a conheço. Ela é envolvida em mistério para mim. Quero desnudá-la e andar por ela como dedos passeando por um corpo. Existe uma conexão frágil entre mim e Curitiba e quero fortalecê-la. Penso que reforçar essa conexão vai enfraquecer outra, uma que necessito enfraquecer.

Curitiba e São Paulo estão unidas na minha mente, inseparáveis, de mãos dadas sob uma garoa fina. Prova disso é que a música "sampa" me remete às duas cidades... As duas são cinzas para mim. Não o cinza ruim, mas o cinza cor do mundo, que destaca as importantes coisas coloridas.

Estou empolgado porque vou para Curitiba. Deixei parte de mim lá, quando a conheci. Preciso pegar essa parte de volta para mim.

quarta-feira, outubro 19, 2005

Improbabilidade Infinita

Um amigo meu de Floripa estava na área até há pouco tempo atrás. Andamos boa parte da pequena São Paulo. Tudo estava absolutamente normal até que contei a ele sobre a improbabilidade infinita...

A improbabilidade infinita foi criada pelo autor Douglas Adams para ser mais um pedaço de comédia na série "O guia do mochileiro das galáxias". Havia, em uma nave, um botão que ativava o gerador de improbabilidade infinita, então coisas improváveis aconteciam, como, por exemplo, a materialização de uma caxalote em pleno ar. Depois de ativado, a realidade voltava ao normal gradualmente.

O que eu não sabia era que na tarde de segunda, ao contar sobre o gerador para o meu amigo, pressionamos acidentalmente o botão. Os relatos que seguem são reais.

Depois de contar a ele, não mais pegamos trânsito. Nem mesmo o famosão 1800 na Marginal Tietê (1800=18:00h).

Choveu, mas não em nós. Nunca em nós. Chovia quando entrávamos em um lugar. Parava quando saíamos.

A atendente do cinema mais dinheirista de Guarulhos deu arrego para meu amigo pagar meia. Isso é impossível em situação normal.

Um carro vindo do nada, atravessando canteiros, veio em direção ao carro que eu dirigia. Tive que desviar de um modo considerado improvável.

Uma das pessoas que concorreria comigo para a vaga no mestrado desistiu. Agora entrar está um pouco mais fácil.

Vimos um filme de Hollywood que é bom: "O senhor das armas".

Encontramos vaga fácil em um estacionamento.

Em Porto Alegre, uma amiga minha pegou todos os semáforos verdes.


O que mais aconteceu na segunda-feira? Digam, digam!
Espero que a realidade ainda não tenha voltado ao normal.

terça-feira, outubro 18, 2005

Reflexões que não ajudam

Uma grande companhia de refrigerantes vende seu produto em uma versão normal e em uma versão light. A versão light é ligeiramente mais cara do que a normal. Eu me pergunto por quê.

A minha paranóia diz que não pode ser boa coisa. Vamos a dois possíveis motivos:

1- Estão explorando os narcisistas e gordinhos em geral.

2- Sendo que o normal vende mais, é possível vendê-lo mais barato.

O motivo número 1 não é muito provável: vale mais a pena explorar quem compra mais. O motivo número 2 incorre em um paradoxo, já que o produto normal venderia da mesma forma. Ou seja, vender mais barato faz a empresa capitalista não ganhar o máximo de dinheiro possível.

A lei da oferta e da procura, quando honesta (ou seja, nunca), apóia o motivo número 2. Mas sejamos paranoicamente realistas:

A empresa vende o normal mais barato para pensarmos que a empresa é honesta e boa "gente", assim nos fazem esquecer que o produto mais barato é, por si só, bem caro.

Rá! Peguei no pulo essa, hein? hehehe. Cábsurdo!

quinta-feira, outubro 13, 2005

Calor - e ao Rambo

Uma vez me perguntaram se fazia calor em São Paulo. Eu não soube responder, afinal, não morava na cidade há tempos. Eu disse que fazia, no chute.

Damn, eu não podia estar mais certo! São paulo está quente como Manaus, seca como o Saara, e cheia como o meu saco!

---- xx ---- xx ----

Respondendo ao edificante comentário do Rambo: a proibição do comércio legal de armas não afetaria pessoas como você. Somente quem tem boas razões e passa em testes psicológicos pode comprar arma. Com certeza a sua Uzi veio do comércio ilegal que a proibição da compra de armas catalisaria.

quarta-feira, outubro 12, 2005

A queda da máquina

Sem que eu jamais pedisse, o sol nasceu em todos os dias desde que existo.

A princípio, pensei que fosse Apolo, puxando-o.
Depois soube que o sol era Rá.
Mas me disseram ser Hélios, e acreditei.
Posteriormente li que o sol é uma estrela que brilha de dia e
Parece que a terra se move em torno dele.
Assim caiu a primeira base do antropocentrismo, o geocentrismo.
O nascimento da ciência derrubou ou levantou o antropocentrismo?

As outras bases caíram mais rapidamente.
Darwin derrubou mortalmente a superioridade em relação aos animais.
Freud mostrou que não podemos controlar todos os nossos comportamentos.
Derrubaram rapidamente a superioridade e o controle
E todos se refugiaram na mente.

Agora uma nova concepção derrubou a mente.
Não há mais necessidade de apelar a ela para entender o homem.
O que é do homem sem a máquina que o controla?
O que é o homem sem cognição, sem um eu, sem uma mente?

O mesmo.

Isso. Exatamente o mesmo homem de sempre.
O mesmo corpo em uma concepção mais avançada.
Preparando uma nova derrubada
E um novo levante.

O sol, a despeito da história,
Continua brilhando intensamente.
Provocando poesia em um homem sem mente.
Revelando maravilha para o homem.

segunda-feira, outubro 10, 2005

Além do Referendo

Agora no Brasil só se fala do referendo sobre as armas. O assunto enjoou, então decidi falar sobre outro referendo que coincidentemente vai acontecer no dia 23 de outubro. São duas também as opções de resposta. A maior coincidência, no entanto, é quanto à natureza da pergunta. Neste outro referendo do dia 23, a pergunta será a seguinte:

VOCÊ É A FAVOR DE PREJUDICAR O BRASIL?

1- Não
2- Sim


Vamos lá, pessoal. No dia 23 dêem sua opinião nos dois referendos.

sexta-feira, outubro 07, 2005

Um a Zero

No combate, um para mim, zero para São Paulo.

Para quem chegou há dois meses, estou bem encaminhado.

Tudo indica uma possível contratação profissional muito em breve. Claro que pode também não acontecer, mas, ei, sendo que tudo pode acontecer, pode ser que eu realmente seja contratado.

Estou direitinho dentro da USP, necessito apenas passar na seleção do mestrado para oficializar o caso. Confesso que estou com um pouco mais de medo do que estava antes, mas sei de duas coisas. A primeira é que posso tentar de novo, e vou se necessário. A segunda é que se eu for contratado, vou poder me virar por um tempo sem mestrado.

O próximo passo é parar um pouco de brigar com o cansaço que São Paulo me impõem. Mas nem o cansaço é capaz de tirar o gostinho de vitória que esses dois primeiros meses de sucesso me proporcionaram.

O resto é resto.

quinta-feira, outubro 06, 2005

Sampa Diária

Estou de volta à sampa diária. Do trânsito tranqüilo a 10 por hora. Das silenciosas multidões apinhadas. Do indefectível céu de garoa. Do passatempo gostoso em filas. Tudo em paz aqui na sampa diária.

Voltei psicólogo. Diploma na mão!

Em um dia de chuva, olhei por uma janela da ilha e vi o mar e o céu se confundirem cinzas e a realidade distorcida pela água que escorria pelo vidro. Coloquei em palavras o que eu já sabia há tempos:
A chuva é a cor do mundo.

Foram dias muito bons. Houve um momento de decepção; mea culpa. O resto foi festas, futebol, vinho e churrasco. E foi, principalmente, muitos amigos. Bah, como eu tenho amigos naquela ilha! Que sorte eu tenho naquela ilha!

quarta-feira, outubro 05, 2005

Na ilha

Ainda estou na ilha. Vou embora quarta-feira, às 19:30.

Não atualizei porque fiquei sem net.

Neste exato momento estou tomando vinho e c0mendo amendoim. Eu não sabia escrever amendoim. Agora eu sei.

Mais informações quando eu voltar.

Agora eu sou um psicólogo.